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Desenvolvimento Humano

Um Passeio a cidade de Piumhi MG.

Eliane Manhaes      segunda-feira, 1 de maio de 2017

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Um Passeio a cidade de Piumhi MG

Hoje é dia quinze de abril de 2017, é um sábado e o dia quase chega ao fim, se não me engano são mais ou menos cinco horas da tarde; o telefone toca e pelo simples soar do toque sei que é minha filha Mayara, - mãe, ela chama assim que falo alô; - vamos visitar o pai do Thiago (meu genro), em Piumhi Minas Gerais e a senhora vai com a gente não é? Nossa eu mal pude falar algo e ela continuou,, mães dessa vez a senhora não vai arrumar nenhuma desculpa, queremos que a senhora vá e pronto tá bom? Ufa, fazer o que? isso não é um convite, é uma intimação, disse a ela; tenho opção? perguntei?  Não mãe dessa vez não,,,, vamos com a gente, a senhora vai gostar de conhecer o pai do Tiago. Ok filha, então eu vou,,, respondi.

Indaguei a ela a que horas iríamos e ela confirmou, se não fomos amanhã cedo, iremos na segunda às cinco horas da manhã, certo? sim filha combinado.

Acabaram por decidindo que era melhor viajar na segunda porque domingo era Páscoa e iríamos almoçar juntas e assim fizemos.

Segunda feira, às cinco horas da manhã meu genro me passa uma mensagem pelo Whats, “ta OK, chamei o Uber e ele estará aí em quinze minutos no máximo”.

È claro que cheguei lá, na casa deles por volta de cinco e meia da manhã e eles ainda estavam se arrumando; já se faziam quase sete horas quando saimos de casa. Meu genro colocou as crianças no carro ainda dormindo, prendeu o cinto das cadeirinhas, os cobrimos com um cobertor e seguimos viagem.

 

Piumhi MG

 

A estrada estava calma, seguimos pela Rodovia D. Pedro I e em seguida pela Rodovia Fernão Dias, o trânsito em si estava muito bom e seguimos tranquilamente,,, as crianças acordaram e começaram a querer brincar,,, já muito agitados, paramos em uma cidadezinha no caminho para ir ao banheiro e beber alguma coisa, não tinha nada de especial, então tomamos um café e comemos um pão de queijo e em seguida seguimos viagem,,,, nesta parada meu neto perguntou; vó o que tem dentro do seu relógio? deixa eu ver? então tirei o relógio do pulso e entreguei para ele,,,,, por distração esqueci de tal ato.

Já era quase uma hora da tarde quando chegamos na casa do pai do Tiago; fomos carinhosamente recebidos pelo casal.

Sr. Dico.

Quem é esta? sua irmã, falou o pai do Tiago à minha filha ao me abraçar; minha filha sorriu, já acostumada com tal expressão; ele continuou; não, não pode ser sua mãe, com certeza se parece com sua irmã, então inconformado, direcionou-se ao filho e abraçando-o disse, vc disse que traria sua sogra, não sua cunhada; meu genro meio desconcertado disse, pois é pai essa é minha sogra;

Foram muitos abraços carinhosos e muitos sorrisos de contentamento e felicidade por rever os filhos e os netos.

D.Ilda a esposa do Sr. Dico, muito receptiva mal podia conter a alegria de estarmos ali, juntos, seus olhos brilhavam e ela levemente tentava conter as lágrimas, Sr. Dico, por sua vez enxugou os olhos e disse, bom já é tarde vamos almoçar, assim nos acompanhou, abraçado ao filho, ao andar de baixo da casa, nos sentamos a mesa e enquanto almoçamos e o assunto era posto em dia.

Um casal maravilhoso, muito simples e com muito amor no coração. Algumas horas depois depois de termos almoçado e como a prosa estava boa se estendeu até o café da tarde, e sabe como são os mineiros, muito queijo, doce e biscoitos a mesa, um cafezinho fresquinho e muita risada, pois o senhor Dico não deixava passar uma oportunidade e nos pegava com sua piadas inéditas. Ao olhar no braço do Sr. Dico, pude observar o relógio dele que era dourado como o meu, então meu coração disparou, onde estaria meu relógio? Tive a nítida certeza que já não o tinha mais, lembrei me de que havia entregado para o Samuel e não pegará de volta, comentei o acontecido, mas procurei não dar muita ênfase, pois sabia que se tinha alguma responsabilidade neste fato, esta era minha. pois foi eu que o entreguei e não peguei de volta, então estava certo, havia perdido meu relógio.

Já se fazia quase cinco horas da tarde e nós, estufados de tanto comer fomos levados a conhecer a casa e nos acomodar nos devidos quartos.

Uma vez já acomodados, minha filha amamentava a Helena e ele dormiu, Sr. Dico junto ao filho Thiago se sentaram na sala e continuaram a conversar. Eu continuei brincando com o Samuel (meu neto), revezava meu tempo em conversar com a D.Ilda e brincar com o Samuel.

Vamos ao parque falou o Thiago, já se fazei mais ou menos seis da tarde e então fomos ao parque, brincamos por mais ou menos uma hora e voltamos para casa do Sr. Dico. Incrível mas a mesa já estava com o jantar posto, então sentamos e ali passamos mais de horas entre comer e rir das piadas do Sr. Dico. Nos levantamos e após um belo banho fomos dormir, pois estavam todos cansados da viagem.

Dia 18/04/17, terça feira, depois de um longo café da manhã prolongamos o dia entre conversar e brincar com as criança, já se fazia quase cinco horas da tarde e Sr. Dico falou, vamos ao sitio buscar leite. Nossa nem pude acreditar, tomei leite fresquinho direto da vaca, rsrsr ou seja quentinho, o rapaz estava tirando leite e acompanhamos o processo, andamos pela propriedade e seguimos de volta para casa, meu neto tinha medo de tudo, já minha neta ficou encantada com as vacas, bezerros, cachorros, galinhas, porcos e outros bichos, se deixasse ele colocava a mão em todos eles, a falta de medo até a colocava em perigo, foi um dia muito agradável, muito saudoso, pois me levou as lembranças de minha infância, parecia que eu tinha voltado quarenta anos atrás.

Já quarta feira, dia 19/04/17, após o café da manhã, começamos a arrumar as malas e nos preparar para a a viagem de volta, embora só iriamos voltar após o almoço e assim foi feito; por volta de meio dia e meia, o movimento em volta do carro denunciava nossa saída. A preocupação maior era verificar pela casa se não estamos esquecendo nada, todos se abraçavam emocionalmente, o carro estava lotado, é claro que o casal preparou muitos litros de leite congelados, queijos e doces,,, um presente carinhoso da parte deles. A despedida foi dolorosa, mas foi preciso se afastar e iniciar a viagem de volta.

Já no caminho de volta as crianças resistiam em dormir e continuavam a algazarra. Por isso o Thiago resolveu que iríamos parar no mesmo posto que havíamos parado na ida. Primeira coisa que minha filha Mayara se lembrou foi do relógio. Há mãe, quem sabe a mulher não guardou; ao entrar no estabelecimento fi direto ao caixa e perguntou a um senhor que lá estava; por um acaso o Sr. não achou um relógio dourado que meu filho deixou aqui na segunda feira? o Sr. foi rápido em responder; não, é difícil né, alguém pode ter pegado. Minha filha meio decepcionada, não desistiu e ao virar se avistou uma senhora que ao telefone parecia confirmar alguns pedido, pacientemente aguardou e seguiu em direção a senhora; olha meu filho Samuel deixou o relógio da minha mãe aqui na segunda feira, o relógio é dourado e tem um coração dentro do vidro, ele deixou em cima da mesa, falou apontando para a mesa, por acaso a senhora não o encontrou? A Senhora muito sorridente e simpática respondeu, sim, virou se e pegou o relógio em cima do balcão, por acaso é este? minha filha quase não pode acreditar, ainda de olhos arregalados agradeceu imensamente, desejou-lhes que Deus o abençoasse muito e feliz da vida segui em minha direção e  sentindo se grandemente aliviada,  entregou me o relógio. Nossa mãe, ainda existe gente honesta, graças a Deus a senhora tem seu relógio de volta.

Seguimos a viagem e apesar do trânsito não ajuda muito, logo ficou claro que levaríamos mais tempo na volta do que havíamos levado na ida, tudo bem não havia pressa, aliás era por isso que estávamos viajando na quarta feira e não na quinta de manhã, pois o compromisso do Thiago era na quinta a tarde, estávamos apenas sendo prudente.

Chegamos em casa por volta de dez horas da noite, graças a Deus estava tudo certo e só tínhamos que agradecer a Deus, e assim o fizemos, por mais uma viagem tranquila e abençoada.

Cidade Piumhi MG

 

Agora era só relaxar e me preparar para Ubatuba no dia 21/04/17.

Foi um final de semana maravilhoso, mas nada de praia, choveu o tempo todo, mas foi um final de semana encantador, tempo de matar a saudade e construir mais um capítulo de nossa história.

 

Hotel Porto do Eixo-Ubatuba

 

 

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